João Salto

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O PRINCÍPIO...

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A E. M. "João Salto" foi criada pela lei municipal n.º 353, de 25/10/60, pelo prefeito João Salto, autoridades constituídas e demais políticos daquela época, que verificaram a evasão dos jovens que buscavam em outras cidades campo para sua formação profissional. Deu-se o nome de "Escola Técnica de Comércio Municipal de Laranjal Paulista", iniciando suas atividades em um prédio no Largo São João. Depois desempenhou suas atividades no então "Grupo Escolar Quinzinho do Amaral" e em 1968 passou a funcionar no prédio atual. Em 1976, atendeu pelo nome de “Colégio Comercial Municipal de Laranjal Paulista”; em 1977, “Colégio Comercial Municipal “João Salto”; em 1980, Escola Municipal de Primeiro e Segundo Graus “João Salto”; em 1999, Escola Municipal de Ensino Fundamental e Médio “João Salto”; a partir de 2001 até os dias atuais, atende pelo nome de Escola Municipal “João Salto”. Todo ano letivo traz o conhecimento para mais de mil alunos matriculados no ensino fundamental e médio.

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domingo, 8 de agosto de 2010

HOMENAGEM AO DIA DOS PAIS


O afeto

H. Bloomfield soube que o pai fora hospitalizado de repente.

Enquanto viajava para New York, pensava que tinha chance de fazer com que esta visita fosse diferente das demais. Sempre tive medo de mostrar meu afeto, sempre quis manter a mesma distância prudente que meu pai mantinha comigo. Quando o vi na cama, cheio de tubos, dei-lhe um abraço. Ele se surpreendeu.

“Abraça-me também, papai”, eu pedi. Ele me havia educado dizendo que um homem nunca demonstra seus sentimentos. Mas insisti. Papai levantou os braços e me tocou. Ali estava eu pedindo a meu pai que me mostrasse o quanto me queria - embora eu já soubesse.

Senti suas mãos na minha cabeça e - pela primeira vez - escutei as palavras que seus lábios jamais haviam pronunciado: “TE AMO”. E, a partir do momento em que teve coragem de mostrar seu amor, recuperou sua vontade de viver.

Paulo Coelho

Fonte: http://colunas.g1.com.br/paulocoelho/2007/09/12/o-afeto/





As Mãos de Meu Pai

As tuas mãos têm grossas veias como cordas azuis
sobre um fundo de manchas já cor de terra
- como são belas as tuas mãos
pelo quanto lidaram, acariciaram ou fremiram da nobre cólera dos justos...
Porque há nas tuas mãos, meu velho pai,essa beleza que se chama simplesmente vida.
E, ao entardecer, quando elas repousam nos braços da tua cadeira predileta,
uma luz parece vir de dentro delas...
Virá dessa chama que pouco a pouco, longamente, vieste alimentando na terrível solidão do mundo,
como quem junta uns gravetos e tenta acendê-los contra o vento?
Ah! Como os fizeste arder, fulgir, com o milagre das tuas mãos!
E é, ainda, a vida que transfigura as tuas mãos nodosas...
essa chama de vida - que transcende a própria vida
e que os Anjos, um dia, chamarão de alma.

Mario Quintana