João Salto

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O PRINCÍPIO...

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A E. M. "João Salto" foi criada pela lei municipal n.º 353, de 25/10/60, pelo prefeito João Salto, autoridades constituídas e demais políticos daquela época, que verificaram a evasão dos jovens que buscavam em outras cidades campo para sua formação profissional. Deu-se o nome de "Escola Técnica de Comércio Municipal de Laranjal Paulista", iniciando suas atividades em um prédio no Largo São João. Depois desempenhou suas atividades no então "Grupo Escolar Quinzinho do Amaral" e em 1968 passou a funcionar no prédio atual. Em 1976, atendeu pelo nome de “Colégio Comercial Municipal de Laranjal Paulista”; em 1977, “Colégio Comercial Municipal “João Salto”; em 1980, Escola Municipal de Primeiro e Segundo Graus “João Salto”; em 1999, Escola Municipal de Ensino Fundamental e Médio “João Salto”; a partir de 2001 até os dias atuais, atende pelo nome de Escola Municipal “João Salto”. Todo ano letivo traz o conhecimento para mais de mil alunos matriculados no ensino fundamental e médio.

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domingo, 11 de setembro de 2011

MAIS LENHA NA FOGUEIRA DO VELHO DEBATE: ORIGINAL OU PIRATA


Os games sofrem com a pirataria, mas tem um mercado correlato cujo drama é ainda maior: o de softwares para computador

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Hoje em dia, discute-se muito a pirataria nos games. Alguns são a favor, alegando que os preços dos originais são absurdos. Outros são contra, alegando que, além de ser ilegal, é uma das razões do encarecimento dos jogos

Esse tema é constantemente discutido aqui no MSN Jogos. O grande problema é que a pirataria é ainda mais nociva em um mercado-irmão dos games: softwares em geral. Se você considerar que um jogo custa em média R$ 120 e uma licença de um software como o Windows 7 (Home Premium) não sai por menos de R$ 300, podemos facilmente concluir quem leva mais prejuízo com a pirataria. Mas, cá entre nós, até onde a pirataria é um verdadeiro "pecado"? 

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O jeitinho brasileiro ainda vai nos deixar na pior

Se por um lado a maioria dos gamers pode juntar R$ 100 ou R$ 120 para comprar um título que estavam esperando tanto, por outro, o "cara da informática" do seu bairro não tem condições de ter um Windows original para cada máquina que ele formata. E o que dizer daquele outro que faz umas filmagens por fora pra aumentar a renda? Ele pode pagar mais de R$ 600 em um software de edição de vídeos? E como o estudante de arquitetura pode arcar com a licença de um Autocad e seus astronômicos R$ 7.500? 

Muita gente defende que essas pessoas podem recorrer a programas mais baratos ou até gratuitos. OK, mas isso é apenas parcialmente verdade, pois quando se fala em programas que você vai usar profissionalmente, qualidade é essencial. Como convencer um fotógrafo de casamentos a usar um Gimp em vez do completíssimo Photoshop, que custa por volta de R$ 3 mil?

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Não é certo, não

É correto piratear softwares? Claro que não. Você não pode usufruir do trabalho e da criação de outra pessoa sem que ela ganhe alguma coisa com isso. Mas aí entra a questão da necessidade. Ao contrário do que acontece com os games, que muita gente pode, mas não quer pagar pelo produto original, na indústria de softwares profissionais há uma necessidade vital de se ter programas cujas licenças são impagáveis para o cidadão comum.

Boa parte do preço desses programas, assim como os preços dos jogos, é formada pelos famigerados impostos sobre produtos. O governo prefere cobrar caro de alguns poucos a cobrar barato de todo o resto.

A tarifação de um software (programa ou jogo) gira em torno de 72%. Vamos fazer uma estimativa de venda de 10 programas:

- 10 unidades a R$ 100 cada uma = R$ 1 mil. Como o percentual de arrecadação é de 72%, o governo fica com R$ 720.

Se a arrecadação fosse, por exemplo, de 30%, obviamente a venda seria muito maior:

- 100 unidades a R$ 58,00 cada uma (com o desconto do imposto) = R$ 5.800. Com o percentual de 30% de arrecadação o governo ficaria com R$ 1.740.

Conta simples, banal, baseada em uma constatação muito óbvia: todo mundo gostaria de usar produtos originais. Simples assim. Não é tão difícil de entender, é?

por kojuro, fonte: Jogos/Br